domingo, 9 de agosto de 2026

A Solo (e não só) vai de 13 a 16 de agosto na Esplanada Exterior do CAE com dois concertos em cada noite!

O evento A Solo (e não só) no CAE regressa, de 13 a 16 de agosto, na Esplanada Exterior, para a sua segunda edição. Com início pelas 22h00, reunirá, em cada noite, dois concertos de carácter mais intimista.
Da programação farão parte emmy Curl, heterónimo de Catarina Miranda, cujo o mais recente álbum, “Pastoral”, junta a música tradicional com jazz moderno e dream pop; Luís Severo, cantautor, guitarrista e pianista português, considerado um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração; Diogo Zambujo, cuja música é influenciada pelo rock, jazz e música brasileira, com melodias simples e letras profundas; Mimicat, com a sua voz quente e forte, que cruza Soul, Pop, Jazz, Fado e canção portuguesa; Diana Castro, cantora e compositora portuguesa com uma voz poderosa e uma presença de palco cativante; Frankie Chavez, um dos mais estimulantes guitarristas da sua geração, inspirado pelo Folk, Blues e pelo mais clássico Rock; A jovem cantora e compositora Elisa, considerada uma das revelações da nova música portuguesa; e Lavoisier, projeto musical formado por Roberto Afonso e Patrícia Relvas onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível.

Um conjunto de concertos que prometem noites acolhedoras de Verão, plenas de música e emoções. Entrada livre.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira, 13 de agosto:

22H00 – EMMY CURL (Solo)

emmy Curl é um heterónimo de Catarina Miranda, cantora, artista visual, produtora e compositora. Lançou vários álbuns e EPs durante a sua carreira. “Pastoral”, o mais recente trabalho, editado em 2024, integrou várias listas dos melhores discos do ano e recebeu o Prémio José Afonso em 2025. Trata-se de uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma junção da música tradicional com jazz moderno e dream pop. emmy Curl ganhou igualmente destaque ao participar no Festival da Canção, em 2018, numa música composta por Júlio Resende e, em 2025, com uma sua própria composição.

23H15 – LUÍS SEVERO (Solo)

Luís Severo escreve e edita canções há mais de uma década. Depois de vários projetos musicais, surge a estreia em 2015 em nome próprio com “Cara d'Anjo”. Após esta estreia lançou os discos “Luís Severo”, “O Sol Voltou”, disco que reforça o seu estatuto de nome consensual na escrita de canções da sua geração e, em finais de 2023, volta às edições com o lançamento dos singles “Cedo ou Tarde” e "Incerteza", temas de avanço do seu novo disco de longa duração.

Sexta-feira, 14 de agosto:

22H00 – DIOGO ZAMBUJO (Trio)

Carregar o apelido "Zambujo" trouxe a Diogo Zambujo uma ligação intrínseca à música, especialmente após o sucesso do pai, António Zambujo. Diogo estreou-se oficialmente com "Escutando O Universo", uma colaboração inesperada com o pai. As suas letras refletem uma simplicidade e sinceridade, influenciadas pelo rock, jazz e pela música brasileira, numa fusão de estilos que traduz o seu percurso e as suas referências. Recentemente editou o single “Amor Sem Nome”, um exemplo perfeito do estilo minimalista de Diogo: melodias simples e letras profundas, explorando sentimentos universais de forma poética.

23H15 – MIMICAT (Duo)

Mimicat apresentou-se ao mundo em 2014. Performer, intérprete e compositora desde muito jovem, desenvolveu uma voz quente e forte, característica da Soul-Pop. É inspirada pelas grandes divas da música portuguesa e apaixonada pelo universo Pop, o que faz de Mimicat uma artista única no panorama musical atual. Em 2023 venceu o Festival da Canção com o tema “Ai Coração” que representou Portugal na final da Eurovisão. Em 2024 apresentou o seu terceiro álbum de originais, “Peito”, um cruzamento entre as suas influências – Soul, Pop, Jazz, Fado e canção portuguesa – de uma forma energética, intensa e, ao mesmo tempo, dramática e intimista.

Sábado, 15 de agosto:

22H00 – DIANA CASTRO (Duo)

Diana Castro é uma cantora e compositora portuguesa cuja carreira musical é marcada pela sua versatilidade e profundidade emocional. Com uma voz poderosa e uma presença de palco cativante, a artista portuguesa rapidamente se destacou no cenário musical de Portugal. Ficou num honroso segundo lugar no The Voice, e seguiu-se a preparação e posterior lançamento do seu EP, “A Espera” (2021). Foi a intérprete escolhida por Joana Espadinha para cantar a sua "Ginger Ale" no Festival RTP da Canção 2022. O álbum de estreia conta com a colaboração de Luísa Sobral e foi editado em janeiro de 2023, com o single de apresentação "Se Queres Voar".

23H15 – FRANKIE CHAVEZ (Solo)

Frankie Chavez tem-se afirmado, desde que se estreou em 2010, como um dos mais estimulantes músicos da sua geração. Inspirado pelo Folk, pelo Blues e pelo mais clássico Rock, tem levado a sua música cada vez mais longe, tudo muito a propósito da relação singular que desenvolveu com aquilo que foi sempre o princípio de tudo: a Guitarra. Em 2019 foi convidado a compor uma música para o Festival da Canção, “Mundo a Mudar”, tema que conseguiu o 4° lugar na Final. O ano de 2023 é marcado pelo lançamento do seu primeiro álbum com canções escritas em língua portuguesa: “Alcântara”. Em 2025 editou o single “Jogo do Empurra” e regressou ao estúdio, onde está a preparar novas canções para este ano.

Domingo, 16 de agosto

22H00 – ELISA (Duo)

A jovem cantora e compositora Elisa, nascida na Ponta do Sol, Madeira, é considerada uma das revelações da nova música portuguesa. Em 2020 alcançou reconhecimento nacional ao vencer o Festival da Canção com o tema "Medo de Sentir". Em 2021 lançou o seu álbum de estreia “No Meu Canto“. Com um percurso marcado pela autenticidade e por uma escrita emocionalmente honesta, afirma-se hoje como uma das vozes mais singulares da nova música portuguesa. O seu mais recente single, “Conversar”, confirma esse caminho e antecipa um disco onde sentir, dizer e silenciar fazem parte da mesma conversa.

23H15 – LAVOISIER (Duo)

Lavoisier é um projeto musical formado por Roberto Afonso e Patrícia Relvas, que nasce com a necessidade interior de criar um diálogo, onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível. Após o lançamento de 3 álbuns, apresentam agora o seu novo longa duração, “era com h”, em que desafiaram dez poetas contemporâneos, de diferentes origens e latitudes geográficas, a escrever dez poemas inéditos que transformaram em canções. Um disco que convoca o imaginário de quem ouve, e reflete sobre o contexto atual, em dez poemas inéditos muito diferentes entre si, mas que têm como fio condutor serem espelho, experiência ou revelarem um olhar distópico sobre os tempos que vivemos.

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